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domingo, 26 de dezembro de 2010

O céu tem mais uma estrela...

Hoje deixo o Gali de lado... para dizer que sei que o céu tem mais uma estrela!
As palavras podem dizer muita coisa, mas nunca chegam a transmitir o verdadeiro sentimento e estado de alma. As palavras voam e não voltam, quando ditas, ficam impressas, quando não ditas, ficam cravadas e custam mais a diluir-se no tempo!
O Serviço Educativo do Arquivo nasceu pela vontade de uma pessoa, Dra Beatriz Matos Fernandes.
Não vou dizer o quão importante era e é para este Serviço (Arquivo e Extensão Educativa), vou apenas agradecer por todos os momentos que os colaboradores do Arquivo passaram consigo, pela luta incessante que teve por acreditar em nós, pelos momentos em que de chefe, passava a amiga. Não perdemos uma chefe, perdemos uma amiga!
Uma lutadora, sem dúvida!
Talvez não seja o sítio ideal para homenagear a pessoa que era, mas sinto que este é um local em que o seu sonho de ter a extensão educativa ganhou vida.
Só podemos agradecer por ser quem era!
E em linguagem arquivística, posso afirmar, que estará para sempre arquivada dentro do nosso coração e alma, num sítio bem especial, em que será fácil o acesso por nossa parte, em que o auto de eliminação nunca será usado, apenas a incorporação!
Descanse em Paz!
O céu ganhou mais uma estrela!

5 comentários:

konsumista disse...

Bem haja a Tiza, esteja onde estiver, sem duvida uma estrela a brilhar no firmamento.

Paulo Almeida e Ana Carvalho disse...

Sem dúvida brilha mesmo e nos nossos corações muito mais
pois nunca a esqueceremos
Paulo e Ana

Diego disse...

Olá,
escrevi um artigo no meu blog sobre o Arquivo. Espero que vocês gostem!

http://www.arquivonline.com.br/2010/12/criancas-descobrem-como-era-uma-sala-de.html

francisco oneto disse...

Três ou quatro e-mails deste ano não tiveram resposta. Receei o pior, sem nunca ter coragem de indagar, como se recusasse enfrentar a possibilidade de ter acontecido. Por razões profissionais, não pude aceder ao convite para o Dia do Pescador. Teria sido a última oportunidade para rever a Tiza - uma amizade que data da minha pesquisa sobre a arte xávega, de meados da década de 90. Lamento não ter sabido mais cedo. Aqui deixo as minhas sentidas condolências e os melhores votos para os familiares, colegas e amigos. E tenho esperança de vir qualquer dia a encontrar, aí na antiga fábrica Brandão Gomes, uma placa de homenagem que recorde o seu nome e o seu trabalho apaixonado, empenhado, inteligente e sempre tão gerador de amizades e solidariedades - os valores que engrandecem a memória da Dra. Beatriz Matos Fernandes.
Todos sabemos que os anjos reforçaram as suas hostes.

Francisco Oneto Nunes

amesp disse...

Cara Francisco Oneto,

A Dra. Beatriz falava muito de si. Infelizmente a doença foi mais forte que a a capacidade de luta dela. Mais que uma placa, a memória dela está bem marcada naqueles que lidaram com ela. Como todas as pessoas, tinha defeitos, mas estes eram superados pela capacidade de ajuda e vontade de ajudar.


Com os melhores cuprimentos,

Alexandra Jesus